quinta-feira, 26 de maio de 2011

As melhores realidades do mundo na óptica do vale a pena viver aqui…

Paz - A tranquilidade e inteligência emocional e a ausência de conflitos são conquistas pelas quais temos de batalhar todos os dias, face ao estado da sociedade e dos valores.

Transmitir/formar/educar, ou em última instância e por alguns instantes, ensinar – um caminho de sabedoria interior e física para o engrandecimento de um pedaço da humanidade.

Fotografar – Um acto de glória ou tormento, um único gesto que imortaliza o passado e que transmite a memória, tão importante para aquilo que somos.

Comer/degustar – É algo mecânico e uma pulsão primária, mas é bestial e faz parte dos pecados necessários.

Escrever – Escolher palavras, juntando-as numa dança de melodias que querem geometrizar o pensamento. Um prazer sem compromisso e uma gratificação instantânea.

Jardinar – O contacto com a terra numa simbiose que fala sobre uma troca imprescindível de sensações e cuidados.

Amigos – mesmo aqueles com quem não falamos, porém, parece que a última vez que nos vimos foi ontem. Atesta uma ligação que nem o tempo apaga, é a vontade de dar um abraço mais forte que a distância e mais universal que a saudade.

Optimizar – Os recursos, as capacidades, as pessoas e o futuro.
Ler - é impressionante a quantidade de coisas que se aprende.

Pensar – Angústia de prazer Não vou lamentar nem amargar as injustiças. Vou no que posso fazer para diminuir seus efeitos.

Fruir arte – esforço de compreender a sociedade e ler as emoções alheias, quer numa tela pintada, quer num ecrã com imagens em movimento.

Ir à casa de banho quando se está apertado e fazer “Ahhhhhhhhhhhhh!”

Ouvir a música que acompanha os sentimentos ou que faz de banda sonora daqueles minutos, ou que simplesmente faz cantar, vibrar. Um acompanhamento fundamental.

Ter alguém com quem se possa contar, em quem se confia, com quem queremos estar, com quem queremos falar.

Contemplar o olhar dos outros, as palavras dos outros, as emoções dos outros, num acto de assalto ao interior nu.

Fumar - O vício de fumar realmente é um problema. Mas… e o prazer do acto solitário de contemplação filosófica ou social de convivio? Para meditar e relaxar…

Cozinhar - é uma tarefa criativa e transcendental, um acto de criação na qual o objeto criado termina completamente consumido e desaparece, talvez por isso um acontecimento artístico sublime e efémero.

Sexo- Pele com pele, beijo, adormecer/ficar em paz, simbiose da carne que pensa.

Os sonhos são os objectivos das crianças, assim, é bom ter objectivos sem deixar de ser criança.

Natureza - Estar perto dela, do seu cheiro, do seu espaço harmónico, do seu exemplo de equilíbrio, fertilidade e força.

Ajudar/Oferecer, sem esperar nada em troca, apenas pelo prazer de ver alguém melhor, a sorrir ou num instante de felicidade.

Amar – Um estado que é difícil de encontrar mas que se constrói dentro de cada um. Uma emoção como um dia, em que a manhã foi esforçada, a tarde foi apaixonante e a noite foi longa. A disponibilidade para a intensidade é a coragem para uma incessante interrogação numa valiosa forma de viver.

Viajar para desvendar o quotidiano, conhecer outras culturas, outras formas de estar, outros olhares, outras paisagens, outros patrimónios, dentro do mesmo mundo.

1 comentário:

Lúcia Fonseca disse...

Olá Ricardo! Vc é o Ricardo, filho do Sr. Alfredo, de Pailobo? Sou Maria Lúcia, esposa do Amilcar, de São Paulo.